Tudo o que você precisa saber sobre o coronavírus

Saiba tudo sobre o novo coronavírus e entenda quais são os níveis de preocupação para brasileiros.

O novo coronavírus, descoberto no final de dezembro após infectar pacientes na cidade de Wuhan, na China, evoluiu muito rápido. 

Autoridades sanitárias chinesas afirmam que a doença já afetou mais de 28 mil pessoas apenas em sua região continental, chegando também a lugares, como Austrália, Coreia do Sul, Japão, Canadá e Alemanha. O total de países é de aproximadamente 30.

E por aqui, como está a situação? É preciso ter medo da doença? No post de hoje, vamos explicar as principais informações sobre o vírus e contextualizar a situação dos brasileiros frente à doença.

O que é o coronavírus?

De acordo com informações oficiais do Ministério da Saúde, “os coronavírus causam infecções respiratórias e intestinais em humanos e animais”. Ou seja, existem diversos tipos da doença: esse é um tipo novo de manifestação de um vírus já existente. 

Ainda a partir de dados do órgão, a infecção por coronavírus é muito ampla e pode variar desde um simples resfriado até pneumonias graves. É importante ressaltar que os estudos estão em andamento e ainda existem informações inconclusivas, por isso, fique atento em fontes confiáveis e não acredite em tudo o que você lê na internet.

Os principais sintomas são:

  • febre;
  • tosse;
  • dificuldade para respirar;
  • falta de ar;
  • dor muscular;
  • confusão mental.

Como os sintomas são muito parecidos com o de uma gripe ou doenças respiratórias comuns, alguns pontos em especial são analisados para descartar a doença ou não:

  • analisar se o paciente esteve em alguma área de exposição;
  • entender se existe a possibilidade dele ter entrado em contato com algum portador do vírus ou pessoa com suspeita de estar doente. 

Caso o paciente não tenha entrado em contato ou estado em lugares infectados, não é possível que ele tenha a doença.

Como é a situação atual do Brasil?

Recentemente, o Brasil se viu frente a dúvidas sobre possíveis infectados. As suspeitas inciaram na cidade de Belo Horizonte, e avançaram quando um grupo de pessoas que estavam em Wuhan foram trazidos de helicóptero para o Brasil. Assim, algumas pessoas começaram a sentir medo de estar em lugares públicos e ficar expostas ao vírus.

De toda forma, autoridades ressaltam que a situação está controlada no Brasil e todas as pessoas com suspeita, além de profissionais e outros grupos que tenham entrado em contato com elas, estão em observação. Ou seja: não é preciso entrar em pânico! 

Atualmente, 7 casos estão sendo investigados em São Paulo, no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, no Paraná e em Minas Gerais.

Quais são os principais mitos sobre o vírus?

Veja alguns mitos sobre a doença para se informar e compartilhar com os amigos.

Produtos que vêm da China podem estar contaminados

Mentira: o tempo de vida do vírus fora do corpo humano é pequeno, e não sobreviveria o suficiente para entrar em contato com objetos, aguardar todo o tempo de viagem e chegar até o Brasil.

Chá de abacate com hortelã previne coronavírus

Mentira: de acordo com o Ministério da Saúde, até o momento “não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus”.

O HIV e o novo coronavírus são similares

Mentira: não existem evidências que apontem a semelhança entre ambas as doenças. 

Novo coronavírus causa pneumonia de imediato

Mentira: os principais sintomas imediatos são aqueles apontados anteriormente, que se assemelham com quadros de resfriado. É possível que a doença evolua e cause a pneumonia, mas isso não é algo automático e nem necessariamente acontece com todos os infectados.

O Carnaval pode agravar a doença

Mentira: como não existem casos confirmados no Brasil e todas as suspeitas estão sendo devidamente monitoradas, não podemos afirmar que o Carnaval é porta de entrada para a doença. Veja o que o Ministério da Saúde divulgou sobre a situação:

“No momento, não há comprovação que o novo coronavírus esteja circulando no Brasil, portanto, não há precauções adicionais recomendadas para o público em geral. O isolamento só é recomendado para os casos suspeitos da doença que atendem à definição disponível no portal do Ministério da Saúde. Além disso, não há orientação da Organização Mundial de Saúde para bloquear portos, aeroportos e fronteiras”. 

A informação é muito importante para evitar pânico e preocupações desnecessárias. Acompanhe canais confiáveis de comunicação e mantenha as boas práticas de saúde que você já está acostumado! 

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