Os objetos que marcaram nossa juventude

Você já parou para pensar no tanto de objetos e utensílios que usávamos nos anos 50, 60, 70 (…) e que “sumiram” hoje em dia?

Talvez eram coisas que facilitavam a nossa vida, algo que era um luxo ou algo que estava ali no cantinho para ser usado em caso de necessidade. São coisas que se perderam no tempo e acabaram sendo substituídas por outras ou se tornaram obsoletas com o passar do tempo.

Mas não podemos negar a importância que tiveram e como esses objetos marcaram a nossa juventude.

O poder da nostalgia

Antes de entrarmos em detalhes sobre os objetos que marcaram nossa mocidade, vamos conversar um pouco sobre o sentimento de nostalgia.

A nostalgia é um termo usado para designar um sentimento presente em todos nós, a tristeza por sentir saudades de algo que não temos mais. Podendo ser saudades de um momento ou de uma pessoa, sendo um sentimento causado pelo cultivo da lembrança.

É um termo que se refere a momentos que não podemos ter de volta. Momentos vividos em nossa juventude, momentos compartilhados com pessoas queridas e coisas de nossa vida que não são e não serão mais as mesmas. 

Agora, vamos dar uma olhada em alguns objetos e momentos de nossa juventude que nos causam uma pequena nostalgia.

Os objetos que marcaram nossa juventude

Agora que já conversamos um pouco sobre como a nostalgia, a saudade de tempos antigos e como isso molda a pessoa que somos agora, separamos uma lista de objetos que faziam parte do nosso cotidiano em peso e, hoje em dia, ou não existem mais ou apenas em momentos raros podemos conviver com eles:

  • Quem não sente saudades de ouvir um belíssimo disco de vinil? Colocando para tocar na vitrola, posicionando a agulha e ouvindo aquele distinto ruído que apenas os LPs conseguem nos proporcionar;
  • E uma comida deliciosa feita em um fogão a lenha? Aquele momento no qual realmente é preciso ir atrás de lenha para colocar no fogão, uma comida caseira de tempero e sabor únicos, que só um fogão a lenha consegue nos proporcionar;
  • Levantar do sofá da sala para poder arrumar e endireitar a antena da nossa televisão de tubo era coisa que precisava ser feita praticamente todo dia. Assistir a nossa novela favorita com uma imagem chuviscada fazia parte da nossa rotina;
  • Revelar os filmes das nossas câmeras era um evento em família. Poder ver como cada foto ficou, o dedo que apareceu sem querer, a pessoa que saiu falando… e poder pegar um monóculo e ver a sua foto dentro dele era uma sensação sem igual;
  • A sensação de montar um carrinho de rolimã que funcionava perfeitamente na descida era incrível;
  • Quem se lembra da dor de cabeça que era quando datilografávamos algo errado na máquina de escrever?

São tantos objetos que eram essenciais no nosso dia a dia e hoje foram substituídos por outros, que serão substituídos por outros e assim por diante…

O importante é sempre aproveitar ao máximo todos os momentos que temos com objetos e sensações que eles nos trazem e que talvez não damos o devido valor.  

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